O jogador do Santos era o mais aplaudido durante o jogo e recebia também gritos desesperados de suas fãs, que não aplaudem o santista necessariamente pela categoria no futebol. Ele deu a assistência para o primeiro gol, que foi de Zico. O ídolo flamenguista esbanjou categoria ao levantar a bola com um pé e concluir com o outro, quase em cima da linha do gol. Depois, o santista sofreu pênalti e entregou a bola para Ronaldo fazer.
Em seguida, o time de estrelas do Brasil descontou, com Djalminha exibindo a tradicional calma na hora de bater uma penalidade. Mal deu tempo de comemorar, e Neymar já deu outra assistência, desta vez para Raí, que chutou de primeira. O outro gol das estrelas do Brasil foi novamente marcado por Djalminha, mais uma vez de pênalti. Aos 39 minutos do 1º tempo, foi a vez de Neymar, depois de duas assistências, fazer o seu, após troca de passes com Raí.
Pouco antes do apito final, foi a vez do time de Zico marcar mais um gol, após o próprio dono da festa dar passe para Lucas, meia-atacante do São Paulo. Logo no início da etapa final, Djalminha deu belo passe para Aílton, que fez o gol e aliviou a barra por ter feito o pênalti em Neymar. Milton Cruz, auxiliar técnico do São Paulo, também deixou o seu. Marcelinho Carioca e Dinei ainda diminuíram para as Estrelas do Brasil, mas Zico fechou a conta no último minuto.
Em meio aos gols e assistência, Neymar ainda bailava em cima do ex-lateral esquerdo Rubens Junior. O santista usava e abusava da categoria, dava chapéu, pedaladas e todos os tipos de drible que levavam o bom público do Morumbi à loucura. A justificativa era a mais simples possível: “Não dá para segurar todos esses moleques juntos”.
No fim, além dos amigos de Zico terem vencido o jogo por 7 a 5, o mais beneficiado foi o público, que pôde ver um encontro de craques do passado e do presente e as instituições de caridade que receberão toda a renda que o encontro mobilizou. O Morumbi recebeu 35.123 pessoas nesta noite.



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